Não me leve a mal meu querido, e veja se entenda de uma vez. Não é que eu tenha deixado o romantismo de lado e de repente ter-me chafurdado nesse poço de ceticismo que só se satisfaz com muitas doses: de gim, de café, de desapego, ou qualquer outra coisa que me deixe – fora de mim – só parei de tentar encontrar alguém que me prenda a respiração, me revire o estômago e me faça querer cometer o suicídio culposo de deixar meu coração viver. Mesmo sendo o melhor dos farrapos e que, além disso, cumpra o “ditado popular”: eu te amo para sempre.
Há alguns messes eu encontrei um, me desencontrei. Achei o meu príncipe encantado, de barba por fazer, que não liga pra o que dizem por aí, com cigarro no canto da boca, que declama Jimi Hendrix como se os versos fossem realmente feitos pra mim e ainda me chama de “baby”. Achei que tinha o achado... É, achei errado.
Virei esse poço de ceticismo, “feliz para sempre” e fim.
Beatriz Marques
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário