domingo, 28 de setembro de 2008
rockbar
No bar tocava ‘all over now’ enquanto ela sentia que o certo seria absorver cada gota de álcool de todas as garrafas até elas ficarem tão vazia quanto ela se sentia. E via total semelhança dele no guitarrista que dedilhava fitando-a de um jeito indecifrável. Olhava-o também de forma indecifrável não por simples retribuição, mas porque já passava das 3, porque via nele um velho conhecido, porque estava sozinha no mundo, sozinha com sua solidão amena e tudo que pudesse relembrá-lo... Ainda era ‘impregnante’ seu cheiro em sua roupa, ele ainda estava lá.
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