Não sou a mais bonita de todas, a mais simpática o tempo todo, ou a mais doce. Ok, não sou um bonequinho graças ao bom Deus. Nem a mais inteligente – quem me dera. Sempre fui fascinada em pessoas que conseguem entender certas complexidades da vida, que não vem ao caso agora. Sou só muitas vezes censurada de louca, subjugada por quem nunca ao menos cheguei a conhecer só porque não tenho uma “consciência pré-fabricada”, porque vivo pra dentro, gosto de coisas intensas e sem sentindo – fora do estilo, da moda, do ritmo diário da dança de conveniências- e que, pra constar, ando sempre apertando os olhares querendo despir as almas alheias com um sorrisinho sacana de quem acabou de conseguir. Ah, vai entender, linhas paralelas se encontram no infinito, um lugar é melhor depois de muito tempo sem ser estado e a loucura mais insana é a loucura que não demonstras e conserva só pra você;
Beatriz Marques
domingo, 23 de novembro de 2008
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