Estava faminta. Não era fome de comida, sexo, amor, carinho ou atenção, não.
Antes fossem tais desejos. Era fome de algo menos subjetivo, que fazia tempos que não encontrava, que houvera se tornado um desconhecido, velho e distante conhecido.
Ela estava insaciável em sua fome. Tinha fome de alma.
Beatriz Marques
sábado, 1 de novembro de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário